E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.
Sempre o mesmo círculo vicioso: da solidão nasce a ternura, da ternura frustrada a agressão, e da agressividade torna a surgir a solidão. Todos os dias o ciclo se repete, às vezes com mais rapidez, outras mais lentamente. E eu me pergunto se viver não será essa espécie de ciranda de sentimentos que se sucedem e se sucedem e deixam sempre sede no fim.
Nem toda lágrima precisa de consolo, às vezes, ela só precisa cair.
Tenho medo de terminar sozinha. Tenho medo de ser sempre amiga, irmã e confidente, mas nunca o ‘tudo’ de alguém.
As coisas ficam difíceis quando a outra pessoa só pede pra gente entender, entender e entender. E ela nunca nos entende.
Tenho um bocado de coisas pra aprender, meu coração ainda é criança. Sofro por coisas bobas, me preocupo com o que ninguém vê.
É que sou o tipo de gente que todo mundo pensa que conhece. Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda.
Escrevi sobre quem eu era aquela manhã, logo na primeira página “Não costumo confiar em ninguém.”. Fiquei cabisbaixo, olhos marejados, um leve sussurro escapou “Eu confiei tanto em você…
Eu pareço feliz por acaso? Que bom, porque estou mesmo. Mas se por acaso eu estiver triste, você não vai notar a diferença.
Sentia vontade de chorar, mas não saía lágrima alguma. Era só uma espécie de tristeza, de náusea, uma mistura de uma com a outra, não existe nada pior. Acho que você sabe o que quero dizer, todo mundo, volta e meia, passa por isso, só que comigo é muito freqüente, acontece demais.